Oi! Meu nome é Patrícia, esse é meu blog, destinado como "Portfólio de Aprendizagens", que terá como função de um diário, onde postarei minhas conquistas, dúvidas,desejos, desabafos, críticas, sobre o curso no qual estou adorando cursar: O Curso de Pedagogia da UFRGS.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O que penso em fazer no futuro...
Não quero parar de estudar e nem penso nisso... Já estou pesquisando cursos de pós-graduação para fazer, mas gostaria muito de continuar na UFRGS, sei que haverão cursos no PEAD e estou em busca de um curso que me venha acrescentar ainda mais em meu currículo. Como hoje trabalho na coordenação de uma escola, acho que seria viável fazer uma pós em piscopedagogia, necessidades especiais ou que sabe em mídias e tecnologia, que tanto gostei de fazer as eletivas... vamos ver dentro das possibilidades. O que não quero é ficar parada! Isso eu devo a UFRGS! A força de vontade que nasceu com o curso de pedagogia, todas as chances e portas que se abriram a partir deste curso, isso me fez ver o quanto é importante investir nos estudos e na carreira!
domingo, 5 de junho de 2011
Quase chegando ao fim...
Mesmo ainda não terminando o curso, pois fiquei atrasada devido a licença maternidade, ainda tenho um semestre pela frente, gostaria de colocar o quanto aprendi com o PEAD, não apenas em termos de aprendizagem científica, mas na aprendizagem de vida, o apoio para com os alunos, a luta para que não desistíssemos nos momentos mais difíceis que nos deparamos ao longo do curso, o apoio emocional destas horas, creio não haver em nenhuma outra faculdade. O PEAD foi para mim uma oportunidade maravilhosa, que me deu a chance de concluir um curso, que devido à falta de tempo e principalmente financeira não me deixavam terminar. Hoje, é praticamente um sonho concretizado! Aos professores e tutores só tenho a agradecer, a força, a amizade, a paciência, que foi muita, com trabalhos atrasados, problemas de internet, problemas familiares, enfim, todo aquele trabalhos que demos durante o curso, a eles o meu respeito e meu agradecimento por tanta generosidade em nos passar um pouco de seu conhecimento e muito de sua experiência de vida. Um grande abraço a todos professores, tutores e colegas que fizeram deste sonho uma realidade!
Características facilitadoras
Características que para mim facilitaram o curso:
* A oportunidade dele ser distância;
*A oportunidade dele ser sem custos e em pólos que seriam mais viáveis aos participantes;
*O apoio do governo municipal em ceder espaço para sua realização;
* O apoio de professores, tutores e demais colegas em fazer o curso acontecer e atingir seus objetivos;
* O apoio na utilização de ferramentas tecnológicas, com cursos, tutoriais paralelos para nos garantir o sucesso de nossos trabalhos e tarefas do curso;
*O fato de todos os alunos fazerem parte da educação, serem professores, sendo assim tivemos mais facilidade na troca de experiências, nos dados e também um campo para praticar o que estávamos aprendendo no curso;
*O apoio online dos professores e tutores, que sempre estavam acessorando e facilitando nossos trabalhos;
* A compreensão da equipe doscente com nossos problemas pessoais, de ferramentas tecnológicas e de tempo em que enfrentávamos. Estes sempre nos incentivaram a ter forças para continuar o curso e ir além!
* A oportunidade dele ser distância;
*A oportunidade dele ser sem custos e em pólos que seriam mais viáveis aos participantes;
*O apoio do governo municipal em ceder espaço para sua realização;
* O apoio de professores, tutores e demais colegas em fazer o curso acontecer e atingir seus objetivos;
* O apoio na utilização de ferramentas tecnológicas, com cursos, tutoriais paralelos para nos garantir o sucesso de nossos trabalhos e tarefas do curso;
*O fato de todos os alunos fazerem parte da educação, serem professores, sendo assim tivemos mais facilidade na troca de experiências, nos dados e também um campo para praticar o que estávamos aprendendo no curso;
*O apoio online dos professores e tutores, que sempre estavam acessorando e facilitando nossos trabalhos;
* A compreensão da equipe doscente com nossos problemas pessoais, de ferramentas tecnológicas e de tempo em que enfrentávamos. Estes sempre nos incentivaram a ter forças para continuar o curso e ir além!
Mudanças como estudante
Como ao entrar no curso eu estava muito tempo parada como estudante, posso dizer que levou um tempo até a me adaptar ao ritmo. Mas minha maior dificuldade, sem dúvida foi aprender a ser uma estudante à distância. O aprender sem ter um professor ao lado para tirar dúvidas, o ter que recorrer a ferramentas tecnológicas para mim foi um dos maiores desafios do curso. Mas hoje, ao olhar para trás percebo tudo que conquistei com isso e até parece que minha vitória é ainda maior, pois minha dedicação e de minhas colegas superou o que seria um curso de pedagogia apenas, pois parece que foi além disto. Esse além refere-se ao conseguir superar dificuldades como o não saber usar o computador, o precisar pesquisar, fazer trabalhos em grupos a distância e online, o criar páginas como Blog e pbwork, coisas que antes do curso não tinhamos a ideia que existiria. O curso nos formou pedagogas, mas também nos mostrou um mundo paralelo e digital, nos mostrou que vivemos em um mundo que nos torna obrigados a buscar e a ir além de nossas escolhas. Isso tudo para mim foi um grande aprendizado. Sou aluna, mas também sou professora e hoje posso me colocar ainda mais no lugar de meus alunos, saber superar dificuldades e tentar melhorar a educação a qual estamos inseridos, praticando novas oportunidades e descobrindo novas maneiras de ensinar e aprender.
Mudanças no âmbito profissional
Sou uma professora, que sempre busquei a graduação, por vezes tente fazer faculdade em universidades particulares, mas nunca consegui seguir devido aos custos. Ao entrar na UFRGS quis agarrar a chance com todas minha forças, pois sempre foi um sonho para mim. Posso dizer como um sonho particular, mas também sabia que esse sonho poderia me render bons frutos, pois sabia que meu salário aumentaria e também poderia ser melhor reconhecida em minha área. No decorrer do curso, fui modificando minhas atitudes, com o aprendizado, fui estabelecendo novas atitudes profissionais, fui modificando minhas práticas, na medida em que aprendia novidades no curso. Hoje posso colocar aqui minha ascensão profissional, pois de professora fui reconhecida dentro do meu ambiente de trabalho e promovida a vice-diretora e de vice-diretora reconhecida como cooordenadora da escola. O curso me abriu portas, me levou a questionar, modificar e melhorar não só a mim profissionalmente, mas em meu ambiente de trabalho também e isso não tem presso algum que poderia pagar!
Mudanças no âmbito pessoal
Como pessoa, posso afirmar que o curso me ofereceu uma chance de renovar-me, como pessoa, me fazendo buscar a cada dia mais, não falo apenas profissionalmente, mas como ser humano. Com a agitação do curso, o tentar adaptar a correria do dia-a-dia, duas escolas, casa, marido, filhos, ele me proporcionou o saber que sou capaz, que tenho força, me instigou como pessoa a ir em busca de um ideal, de um sonho, pois a graduação sempre foi um sonho para mim e para minha família. Hoje estou realizada, posso dizer, estou bem empregada, fui promovida de professora, a vice-diretora e de vice-diretora a coordenadora da escola em que hoje trabalho, isso tudo ocorreu com o passar do curso, ele me ajudou como pessoa, mas também me levou a ser reconhecida em meu ambiente de trabalho e também em meu círculo familiar e social. Posso dizer que o PEAD, a UFRGS e o curso de pedagogia me motivaram, me orientaram e me realizaram como pessoa.
TCC
Meu TCC assim como meu estágio foi em torno da Educação Integral.
Escolhi este tema, pois me apaixonei por ele. Ao entender melhor o principal objetivo da Educação Integral que é estender o tempo de aula de alunos com a finalidade de aumentar os saberes e ao pesquisar a vida de educadores como Anísio Teixeira, ver a história da educação brasileira toda sua trajetória, não há como se apaixonar pela proposta da educação integral. Vejo a a Educação Integral, como uma forma de transformar a escola em um contexto mais atrativo e adequado a realidade social vivenciada no presente, permitindo a ampliação das ações sociais. A educação Integral, nesta proposta em construção, amplia tempos, espaços e conteúdos, indo em busca de uma educação cidadã, ainda com contribuições de outras áreas sociais e organizações da sociedade civil. Ela é uma realidade que, como tudo que se faz em educação, será progressivamente aprimorado com a parceria de educadores, escolas, municípios, entidades de áreas sociais, enfim de todos aqueles que buscam uma educação completa e que permita fazerem parte deste nosso contexto social. Nossa educação hoje com essas mudanças vem ganhando uma nova identidade e são essas mudanças que transformam essa identidade mais social.
Escolhi este tema, pois me apaixonei por ele. Ao entender melhor o principal objetivo da Educação Integral que é estender o tempo de aula de alunos com a finalidade de aumentar os saberes e ao pesquisar a vida de educadores como Anísio Teixeira, ver a história da educação brasileira toda sua trajetória, não há como se apaixonar pela proposta da educação integral. Vejo a a Educação Integral, como uma forma de transformar a escola em um contexto mais atrativo e adequado a realidade social vivenciada no presente, permitindo a ampliação das ações sociais. A educação Integral, nesta proposta em construção, amplia tempos, espaços e conteúdos, indo em busca de uma educação cidadã, ainda com contribuições de outras áreas sociais e organizações da sociedade civil. Ela é uma realidade que, como tudo que se faz em educação, será progressivamente aprimorado com a parceria de educadores, escolas, municípios, entidades de áreas sociais, enfim de todos aqueles que buscam uma educação completa e que permita fazerem parte deste nosso contexto social. Nossa educação hoje com essas mudanças vem ganhando uma nova identidade e são essas mudanças que transformam essa identidade mais social.
Semestre 8
Meu estágio iníciou com novo projeto na escola: Mais Educação, que é um projeto que vem desenvolver a educação integral nas escolas com o apoio do Governo Federal, dando a chance dos alunos aprimorarem seus conhecimentos através de atividades no contra turno das aulas normais, que além de desenvolverem os saberes também desenvolvam cidadania, o projeto teve como objetivo atender alunos dos 2° e 3° anos em turno integral, como um projeto piloto na escola que se desse certo nos próximos ano se estenderia toda a escola e depois toda a rede de educação, eu fui escolhida como a professora responsável por este projeto na escola e também ministrei duas oficinas com os alunos: linguagem e matemática.
A turma em que fiz estágio era uma turma de 25 alunos, sendo: 14 meninos e 11 meninas. Os alunos se mostravam carinhosos, comunicativos, gostando de novidades e de atividades de movimento, que envolvessem brincadeiras e jogos. No geral são muito comprometidos, gostando de participar, de dialogar, de explorar novos recursos, como uso de tecnologias, de novos espaços.
Durante o estágio não apenas usei as oficinas como forma de dar aula, mas sim, mergulhei no que diz respeito ao que de fato é educação integral, de que forma a educação está andando, a necessidade dos alunos estarem na escola para que não só desfrutem de mais educação, mas sim pelo fato de estarem seguros dos muitos perigos que a sociedade tem oferecido aos nossos jovens, como drogas, violência física e sexual, abusos, entre outras tantas coisas. O trabalho não apenas me mostrou as dificuldades de como manter os alunos interessados e comprometidos na escola, mas também de proporcionar aulas que despertassem o interesse sem cansá-los para que as aulas normais não fossem comprometidas pelo cansaço físico e mental. Posso dizer que não apenas tem sido um desafio implantar o projeto do turno integral, mas um grande aprendizado, a pesquisa de atividades, de formas de fazer aulas agradáveis tem me estimulado muito a ir além. O trabalho com jogos que desafiassem o lado cognitivo e o letramento, a criação com os alunos de uma brinquedoteca na escola serviram como não apenas um estímulo, mas como um ponto de partida para nosso projeto que não apenas acabou estimulando e influenciando os alunos, mas a comunidade também que nos ajudou doando brinquedos e jogos para nossa brinquedoteca do Mais Educação. Posso dizer que o projeto de escola integral tem mudado a rotina em nossa escola e também nos trouxe muitos desafios e muitas mudanças, o fazer atividades em pouco espaço físico a falta de salas para as aulas e de materiais essenciais como: cadeiras e mesas não fizeram nem a mim, nem a escola e nem aos alunos desistirem do projeto, bem pelo contrário foi uma forma de implantar uma escola nova, uma escola que vai além das fronteiras da tradicionalidade, conforme Eis o grande desafio da escola, fazer do ambiente escolar um meio que favoreça o aprendizado, onde a escola deixe de ser apenas um ponto de encontro e passe a ser, além disso, encontro com o saber com descobertas de forma prazerosa e funcional, Libâneo (2005, p.117).
A turma em que fiz estágio era uma turma de 25 alunos, sendo: 14 meninos e 11 meninas. Os alunos se mostravam carinhosos, comunicativos, gostando de novidades e de atividades de movimento, que envolvessem brincadeiras e jogos. No geral são muito comprometidos, gostando de participar, de dialogar, de explorar novos recursos, como uso de tecnologias, de novos espaços.
Durante o estágio não apenas usei as oficinas como forma de dar aula, mas sim, mergulhei no que diz respeito ao que de fato é educação integral, de que forma a educação está andando, a necessidade dos alunos estarem na escola para que não só desfrutem de mais educação, mas sim pelo fato de estarem seguros dos muitos perigos que a sociedade tem oferecido aos nossos jovens, como drogas, violência física e sexual, abusos, entre outras tantas coisas. O trabalho não apenas me mostrou as dificuldades de como manter os alunos interessados e comprometidos na escola, mas também de proporcionar aulas que despertassem o interesse sem cansá-los para que as aulas normais não fossem comprometidas pelo cansaço físico e mental. Posso dizer que não apenas tem sido um desafio implantar o projeto do turno integral, mas um grande aprendizado, a pesquisa de atividades, de formas de fazer aulas agradáveis tem me estimulado muito a ir além. O trabalho com jogos que desafiassem o lado cognitivo e o letramento, a criação com os alunos de uma brinquedoteca na escola serviram como não apenas um estímulo, mas como um ponto de partida para nosso projeto que não apenas acabou estimulando e influenciando os alunos, mas a comunidade também que nos ajudou doando brinquedos e jogos para nossa brinquedoteca do Mais Educação. Posso dizer que o projeto de escola integral tem mudado a rotina em nossa escola e também nos trouxe muitos desafios e muitas mudanças, o fazer atividades em pouco espaço físico a falta de salas para as aulas e de materiais essenciais como: cadeiras e mesas não fizeram nem a mim, nem a escola e nem aos alunos desistirem do projeto, bem pelo contrário foi uma forma de implantar uma escola nova, uma escola que vai além das fronteiras da tradicionalidade, conforme Eis o grande desafio da escola, fazer do ambiente escolar um meio que favoreça o aprendizado, onde a escola deixe de ser apenas um ponto de encontro e passe a ser, além disso, encontro com o saber com descobertas de forma prazerosa e funcional, Libâneo (2005, p.117).
Planejamento escola
O planejamento é a etapa mais importante do projeto pedagógico, porque é nela que as metas são articuladas às estratégias e ambas são ajustadas às possibilidades reais. Existem três tipos de planejamento escolar: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula.
O primeiro traz orientações gerais que vinculam os objetivos da escola ao sistema educacional mais amplo. O plano de ensino se divide em tópicos que definem metas, conteúdos e estratégias metodológicas de um período letivo.Já o plano de aula é a previsão de conteúdo de uma aula ou conjunto de aulas.O planejamento escolar é um processo de racionalização, organização e coordenação da atividade do professor, que articula o que acontece dentro da escola com o contexto em que ela se insere. Trata-se de um processo de reflexão crítica a respeito das ações e opções ao alcance do professor. Por isso a idéia de planejar precisa estar sempre presente e fazer parte de todas as atividades — senão prevalecerão rumos estabelecidos em contextos estranhos à escola e/ou ao professor.Portanto, planejar é um ato coletivo que envolve a troca de informações entre professores, direção, coordenadores, funcionários e pais. Isso não quer dizer que o produto final venha a ser um documento complicado. Ao contrário, ele deve ser simples, funcional e flexível.
O primeiro traz orientações gerais que vinculam os objetivos da escola ao sistema educacional mais amplo. O plano de ensino se divide em tópicos que definem metas, conteúdos e estratégias metodológicas de um período letivo.Já o plano de aula é a previsão de conteúdo de uma aula ou conjunto de aulas.O planejamento escolar é um processo de racionalização, organização e coordenação da atividade do professor, que articula o que acontece dentro da escola com o contexto em que ela se insere. Trata-se de um processo de reflexão crítica a respeito das ações e opções ao alcance do professor. Por isso a idéia de planejar precisa estar sempre presente e fazer parte de todas as atividades — senão prevalecerão rumos estabelecidos em contextos estranhos à escola e/ou ao professor.Portanto, planejar é um ato coletivo que envolve a troca de informações entre professores, direção, coordenadores, funcionários e pais. Isso não quer dizer que o produto final venha a ser um documento complicado. Ao contrário, ele deve ser simples, funcional e flexível.
PPP
Que possamos transformar nossas escolas em espaços de práticas democráticas e de convivência harmoniosa.
Sabemos das dificuldades, no entanto. Apostamos nelas para atingir o sucesso.
Apresento aqui uma sugestão de roteiro para a execução de ações coletivas da construção da Proposta Pedagógica na qual faço como uso em minha escola:
I) Identificação da Instituição - Marco Referencial
Tipo de clientela - diagnóstico escolar;
Tipo de estabelecimento com a identificação de linhas filosóficas e metodológicas;
Localização - que tipo de espaço dispomos para a ação educacional?
II) Planejamento Curricular
Matriz Curricular e o tempo/espaço para as ações
Regime de funcionamento
Objetivos - proposta para cada curso oferecido
Atividades propostas para cada nível de escolaridade, com outros níveis e extra-classe
Utilização dos espaços
Ações externas
Interdisciplinaridade/Multidisciplinaridade/transdisciplinaridade
Progressão Continuada
Estudo de apoio
III) Sistema de Progressão e Avaliação - com coragem para mudar
Instrumentos avaliativos
Auto-avaliação
Avaliação Institucional
IV) Sistema de Organização Disciplinar
Voz e vez aos alunos
Conquistas - Compromissos e conseqüências
Contratos de Convivência. Representação Estudantil
V) Calendário Escolar
Reuniões/ atividades especiais / eventos
Dias letivos
Formação Continuada
Apoio/ recuperação
Recesso/ Férias
Conclusão:
Mudar concepções, quebrar paradigmas, assumir papéis dentro dos novos princípios da educação, ter postura ética e cidadã são algumas das questões postas aqui para possibilitar sua reflexão. Estou certo de que este caminho será significativo para a formação de uma nova mentalidade da gestão e ação na escola brasileira.
Sabemos das dificuldades, no entanto. Apostamos nelas para atingir o sucesso.
Apresento aqui uma sugestão de roteiro para a execução de ações coletivas da construção da Proposta Pedagógica na qual faço como uso em minha escola:
I) Identificação da Instituição - Marco Referencial
Tipo de clientela - diagnóstico escolar;
Tipo de estabelecimento com a identificação de linhas filosóficas e metodológicas;
Localização - que tipo de espaço dispomos para a ação educacional?
II) Planejamento Curricular
Matriz Curricular e o tempo/espaço para as ações
Regime de funcionamento
Objetivos - proposta para cada curso oferecido
Atividades propostas para cada nível de escolaridade, com outros níveis e extra-classe
Utilização dos espaços
Ações externas
Interdisciplinaridade/Multidisciplinaridade/transdisciplinaridade
Progressão Continuada
Estudo de apoio
III) Sistema de Progressão e Avaliação - com coragem para mudar
Instrumentos avaliativos
Auto-avaliação
Avaliação Institucional
IV) Sistema de Organização Disciplinar
Voz e vez aos alunos
Conquistas - Compromissos e conseqüências
Contratos de Convivência. Representação Estudantil
V) Calendário Escolar
Reuniões/ atividades especiais / eventos
Dias letivos
Formação Continuada
Apoio/ recuperação
Recesso/ Férias
Conclusão:
Mudar concepções, quebrar paradigmas, assumir papéis dentro dos novos princípios da educação, ter postura ética e cidadã são algumas das questões postas aqui para possibilitar sua reflexão. Estou certo de que este caminho será significativo para a formação de uma nova mentalidade da gestão e ação na escola brasileira.
Avaliar
O QUE É AVALIAR?
É acompanhar a aprendizagem dos alunos em dois aspectos:
1º - O que ele aprendeu em relação ao que foi trabalhado;
2º - O que ele ainda não aprendeu e o que eu (professor) vou fazer para que aquele aluno aprenda.
A avaliação serve de diagnóstico para o trabalho do professor, se os alunos estão com alguma dificuldade em entender o que está sendo desenvolvido, talvez seja preciso tratar do assunto de outra maneira, para que assim todos os alunos tenham a oportunidade de aprender.
COMO AVALIAR?
Não podemos esquecer que cada um dos alunos é um ser único dotado de potencialidades e dificuldades, por isso deve ser avaliado como um todo e não fragmentado em disciplinas.
O acompanhamento pode se por escrito, registrado o que se observa em cada a aluno.
O QUE AVALIAR?
A aprendizagem do aluno, considerando suas potencialidades e dificuldades, sem esquecer que cada um dos nossos alunos é um ser único.
QUANDO AVALIAR?
A avaliação deve ocorrer a todo instante.
O professor deve ter um olhar atento a todos os momentos em que estiver com seus alunos, pois a avaliação necessariamente não precisa se formal, o aluno demonstra sua sabedoria em todos os momentos e cabe a nós percebermos a riqueza de cada minuto.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Para um melhor acompanhamento da aprendizagem dos alunos, o professor deve desacomodar-se, sair da sua mesa e circular pela sala, por entre os alunos, observando como que cada um realiza as tarefas e se relaciona com sua aprendizagem.
Diversificar as aulas, usando menos o quadro e o livro, se utilizar de recursos como laboratório de informática, TV/DVD, projetor (datashow, retro), pátio da escola, contar histórias, fazer pesquisas.
É acompanhar a aprendizagem dos alunos em dois aspectos:
1º - O que ele aprendeu em relação ao que foi trabalhado;
2º - O que ele ainda não aprendeu e o que eu (professor) vou fazer para que aquele aluno aprenda.
A avaliação serve de diagnóstico para o trabalho do professor, se os alunos estão com alguma dificuldade em entender o que está sendo desenvolvido, talvez seja preciso tratar do assunto de outra maneira, para que assim todos os alunos tenham a oportunidade de aprender.
COMO AVALIAR?
Não podemos esquecer que cada um dos alunos é um ser único dotado de potencialidades e dificuldades, por isso deve ser avaliado como um todo e não fragmentado em disciplinas.
O acompanhamento pode se por escrito, registrado o que se observa em cada a aluno.
O QUE AVALIAR?
A aprendizagem do aluno, considerando suas potencialidades e dificuldades, sem esquecer que cada um dos nossos alunos é um ser único.
QUANDO AVALIAR?
A avaliação deve ocorrer a todo instante.
O professor deve ter um olhar atento a todos os momentos em que estiver com seus alunos, pois a avaliação necessariamente não precisa se formal, o aluno demonstra sua sabedoria em todos os momentos e cabe a nós percebermos a riqueza de cada minuto.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Para um melhor acompanhamento da aprendizagem dos alunos, o professor deve desacomodar-se, sair da sua mesa e circular pela sala, por entre os alunos, observando como que cada um realiza as tarefas e se relaciona com sua aprendizagem.
Diversificar as aulas, usando menos o quadro e o livro, se utilizar de recursos como laboratório de informática, TV/DVD, projetor (datashow, retro), pátio da escola, contar histórias, fazer pesquisas.
Novas legislações...
Conforme a portaria que coloca como obrigatória a educação sobre culturas afro e indígena na escola, posso afirmar que ao ver essa questão sendo debatida e implantada, pensei que teria mais dificuldades a serem enfrentadas, achei que as escolas não colocariam em prática, mas não é o que vejo por ai, pelo menos em meu município e digo também pela minha escola. Lá, vejo meus professore comprometidos em colocar a cultura destes em seu cotidiano, seja nas aulas de artes contemplando músicas, trabalhos artísticos, danças típicas, ou nas aulas de história trabalahndo sobre a descendências dos alunos,origens e culturas destes povos. Nas aulas de português, geografia, enfim de algum modos os professores estão tentando impalntar em suas aulas algo que enfoque essa cultura. Isso tudo é muito válido, mas acho que não deveria ser feito lei disto, a própria escola, a própria educação deveria trazer para dentro esse tipo de saber, visto que isso é a educação: a culturas, as raízes de nossos alunos, de nossa comunidade, da história e do territorio a qual estamos inseridos.
Comentando semestre 7 e 8
Inclusão
Trabalhar sobre Necessidades Especiais para mim foi muito importante, visto que hoje posso colocar em prática muito do que aprendi nas disciplinas. Como coordenadora, tenho que orientar professores, pais e inclusive alunos do como trabalhar com alunos com dificuldades. Em minha escola hoje possuo alunos como TDAH, Dislexia, Dislália, Deficiência Mental, Deficiência Visual, entre outras dificuldades que temos suspeitas, mais ainda estão sendo diagnosticadas. No como trabalhar com esses alunos, percebo que o mais importante é a aceitação, aceitação destes alunos na escola, pelos colegas, professores, pelos pais de aceitarem que seus filhos são especiais. Trabalhamos em nossa escola com a inclusão, sendo que estes alunos estão frequentando a escola normal, sendo avaliados pelos professores conforme suas necessidades, estes possuem um atendimento de reforço escolar, onde em turno oposto frequentam a escola para atendimento individual. Também recebem atendimento de especialista conforme a necessidade. A avaliação destes alunos é realizada a través de pareceres descritivos, que mostram a evolução destes dentro da escola e de sua aprendizagem cognitiva. Estes são promovidos conforme a idade escolar. Nossa escola tem como meta ainda este ano abrir uma sala de recursos para atender esses alunos espciais.
Trabalhar sobre Necessidades Especiais para mim foi muito importante, visto que hoje posso colocar em prática muito do que aprendi nas disciplinas. Como coordenadora, tenho que orientar professores, pais e inclusive alunos do como trabalhar com alunos com dificuldades. Em minha escola hoje possuo alunos como TDAH, Dislexia, Dislália, Deficiência Mental, Deficiência Visual, entre outras dificuldades que temos suspeitas, mais ainda estão sendo diagnosticadas. No como trabalhar com esses alunos, percebo que o mais importante é a aceitação, aceitação destes alunos na escola, pelos colegas, professores, pelos pais de aceitarem que seus filhos são especiais. Trabalhamos em nossa escola com a inclusão, sendo que estes alunos estão frequentando a escola normal, sendo avaliados pelos professores conforme suas necessidades, estes possuem um atendimento de reforço escolar, onde em turno oposto frequentam a escola para atendimento individual. Também recebem atendimento de especialista conforme a necessidade. A avaliação destes alunos é realizada a través de pareceres descritivos, que mostram a evolução destes dentro da escola e de sua aprendizagem cognitiva. Estes são promovidos conforme a idade escolar. Nossa escola tem como meta ainda este ano abrir uma sala de recursos para atender esses alunos espciais.
EDUCAÇÂO INTEGRAL
Vários caminhos já foram trilhados em diálogos com ideias sobre Educação Integral desde o século XX. O que determina a necessidade da Educação Integral mediante seu marco histórico é o reconhecimento da necessidade da ampliação e qualificação do tempo escolar, superando o caráter parcial e limitado que as poucas horas diárias proporcionam, fazendo associação com o reconhecimento das necessidades das dimensões que caracterizam os seres humanos quanto ao conhecimento e a ampliação de sua socialização. Além do exposto a Educação Integral também visa se tornar uma alternativa viável contra a violência psicológica que crianças e jovens são expostos. Pode-se dizer que a Educação Integral é fruto de debates entre o poder público, a comunidade escolar e a sociedade civil, tendo como compromisso a construção de uma forma de educação que respeite os direitos humanos e a cidadania, estes debates representam a valorização dos saberes e do conhecimento.Hoje, temos um caminho já bastante trilhado em busca desta educação, sua busca já nos levou a Programas como o projeto “Mais Educação”, incentivos de prefeituras e escolas, juntamente com a comunidade iniciando um trabalho quase que totalmente voluntário, já que os incentivos do governo ainda não são suficientes para atender as necessidades que existem. Vemos parcerias, voluntariado, escola e comunidades envolvidas, mas ainda é pouco aos olhos de quem busca uma identidade para essa nova escola. O maior problema para esse desafio, ainda é a falta de infraestrutura, a falta de profissionais, ou melhor, a falta de profissionais capacitados e que sejam remunerados conforme as necessidades, escolas que atendam essa demanda, municípios que consigam levar em frente projetos como este. Podemos afirmar que a Educação Integral ainda gatinha como um bebê, mas para que consiga ganhar passos e conseguir estabelecer-se ainda são necessários mecanismos de apoio, de qualificação em meio às redes educativas, em meio aos profissionais da educação e principalmente uma nova legislação em que tudo isso seja colocado como forma de apoio governamental. Não é um sonho tão distante assim, pois ele já ganhou sua forma física o que ainda falta é seu desenvolvimento e isso certamente só será possível com o andar da carruagem e da educação que está indo ao encontro desta nova etapa de construção de sua identidade.
Política Públicas...
Nosso país modificou muita sua visão no que se diz respeito à educação. Nossa história nos prova que a educação que no princípio era algo que valorizávamos como uma preciosidade, algo alcançado apenas pelos mais afortunados e que aos poucos foi ganhando forma de se aperfeiçoar a mão de obra da classe operária e com o decorrer dos anos foi declinando para um processo de socialização, onde virou um direito, uma maneira de erradicar o analfabetismo, transformando-se em uma educação socializadora, que mesmo ao ser caracterizada como um direito a todos e principalmente da criança, que não tem apenas o direito, mas o dever de ser mantida dentro da escola. Hoje, a educação alcançou um processo de democratização onde não apenas as crianças têm o direito à escola, mas os direitos a socializarem-se e principalmente de tornarem-se cidadãos. A escola não é mais aquela que ensina, é um lar para os alunos, um lugar onde se oferece segurança e prioriza sua função de educar para o futuro e é por isso a necessidade de ampliar e qualificar o tempo de permanência destas crianças dentro da escola. Muitos educadores e pensadores idealizaram uma escola de tempo integral, onde não apenas se estendesse o seu tempo de permanência, mas que valorizasse uma educação que além de integrar seus conteúdos tradicionais, também desenvolvesse dimensões afetivas, artísticas e espirituais. Anísio Teixeira, Célestian Freinet , Darcy Ribeiro e Paulo Freire foram idealizadores desta escola, onde o seu tempo era pouco em vista de tantas necessidades a serem alcançadas.
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